O grito
do dia internacional da mulher não é apenas contra a violência doméstica. Também
é um grito para que a mulher conquiste maior formação, participação na
sociedade, cidadania, independência, enfim... tenha mais dignidade.
As
mulheres, embora sejam mais de 50% da população brasileira, ocupam menos de 10%
das vagas no parlamento. Têm maior dificuldade para chegar em cargos de
liderança. Ganham menos para exercer as mesmas funções que os homens.
Precisamos
de uma revolução! A solução perpassa por políticas públicas, mas também pela
mudança dentro de nossas casas. A cultura de atribuir unicamente à mulher a
responsabilidade pelas tarefas domésticas e o cuidado com os filhos deve acabar.
Quando
o homem participa do cuidado com a casa e resolve ser pai, sobra para a mulher mais
tempo para estudar, concluir os estudos, fazer uma faculdade, fazer um curso,
passar em um concurso, buscar um emprego melhor e obter independência financeira.
Sobra mais tempo para participar de uma ONG, um partido político ou um movimento
social. Sobra mais tempo para ela cuidar da si, ir ao salão, ficar mais bela,
marcar uma consulta médica e cuidar da saúde.
Parabéns,
mulher, pelo seu dia!
Roberto Borges

Depois dessas palavras, posso dizer que por trás de uma grande mulher, tem um homem romântico, amigo, parceiro, sábio e sensível...
ResponderExcluirCláp! Cláp!
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